Para montar a sua programação siga estes passos:

1 - Clique no botão Settings

2 - Na janela azul que se abrir clique em Change Stations.

3 - Vai abrir uma nova página. Escolha o país clicando em Select Country.

4 - Agora é só você escolher as cinco estações de sua preferência.

5 - Feche esta página e retorne à janela azul.

6 - Marque a opção Remember play mode on refresh?.

7 - Finalmente, clique em Save.

31 de jul de 2007

Prêmio Blogs com Tomates

Dicas da Aninha também já recebeu uma tomatada. Foi indicado pela amiga blogueira Andréa Toledo de Cataguases, MG. :-)
A brincadeira foi iniciada pela blogueira Brit.com com o propósito de revelar pessoas que lutam pelos direitos fundamentais do ser humano. Cada premiado deve escolher mais cinco blogs e indicá-los, reforçando assim a rede de blogs.

Então aí vão os indicados da Aninha:

Educação Inovadora-Moran - Prof. José Manuel Moran

Oficina de Projetos - Prof. Vicente Risi Junior

CULTEDUC - Márcia Br.

Educação 2.0 - Prof. Jordons Francisco

Sergio Blog 2.3 -Prof. Sérgio Lima

Agradeço também as tomatadas em meus outros blogs:

Palavra Aberta e Oficina de Educação

11 de jul de 2007

Dicas para um blog de sucesso



Estas dicas foram dadas por Robert & Maryam Scoble durante sua apresentação na Convenção de Negócios para Blogs, em Seatle. A partir de agora não há mais desculpas para não criar um blog atrativo e interessante.

1. Blogue porque você quer blogar .

2. Leia outros blogs – cada pessoa tem um estilo diferente de blogar. Escolha um estilo lendo outros blogs, descubra o que lhe atrai e aprecie a leitura.

3. Escolha um nicho que possa desenvolver (e seja diferente) .

4. Conecte-se a outros blogs.

5. Admita seus erros.

6. Escreva bons títulos.

7. Adicione outras mídias: imagens, sons, vídeos.

8. Tenha voz ativa – blogar exige paixão e autoridade. O que exclui muita gente.

9. Saia da blogosfera, relacione-se com o maior número possível de pessoas.

10. Promova-se.

11. Escreva bem – seja criativo e diferenciado.

12. Exponha-se.

13. Ajude outras pessoas a blogar – compartilhe o que você aprendeu .

14. Mantenha contato com os visitantes – não seja medroso.

15. Mantenha sua integridade – “você é o que aparenta ser” .

http://blog.stewtopia.com/2006/10/27/the-scobles-10-ways-to-a-killer-blog/

7 de jul de 2007

" Web 2.0 significa usar a inteligência coletiva"















O'Reilly é o pai do termo web 2.0


A visão da inteligência artificial está virando realidade, conta Tim O'Reilly. A presença da internet em nossa vida, diz ele, já é muito maior do que pensam alguns desinformados. E não há caminho de volta.

Quando falamos em web 2.0, utilizamos um conceito definido por Tim O'Reilly. Em 2004, o fundador e presidente da editora que leva seu nome deu uma palestra com esse título, na qual discutiu o presente e o futuro da internet. O'Reilly vive e trabalha em Sebastopol, uma pequena cidade a cerca de 80 quilômetros de São Francisco, na Califórnia. Christina Bergmann o visitou para lhe perguntar sobre o futuro da rede mundial.



DW-WORLD.DE:
Mr. O'Reilly, o que é exatamente a web 2.0?



Tim O'Reilly: Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência coletiva.



Ou seja, quanto mais gente participar, melhor. Pode-se dizer então que a web 2.0 é uma internet democrática?



Creio que, em princípio, todos os novos mercados tecnológicos são democráticos e abertos. Por isso é que há sempre um grande alvoroço a respeito. Os obstáculos são pequenos, qualquer um pode participar. Mas, conforme o tempo passa, o poder se concentra nas mãos de alguns poucos. Na minha opinião, estamos atualmente nesta fase da internet. Sim, é tudo muito democrático, mas chama a atenção o fato de todos os start-ups interessantes não se tornarem independentes, e sim serem comprados por grandes empresas. Neste sistema, os ricos ficam cada vez mais ricos e cada vez menos democráticos.



Então estamos bem no meio da web 2.0. O que vem depois – a web 3.0?



O nome, naturalmente, pressupõe que depois venha a web 3.0. Mas não estou certo de que a nova onda de inovação tecnológica estará relacionada com a internet. Quando pensamos na maneira como lidamos com o computador, ainda pensamos em sentar à frente de um monitor e digitar coisas num teclado. Mas o computador ficará cada vez mais em segundo plano. A próxima e evidente mudança é que – como muitos já descreveram – equipamentos móveis e telefones celulares servirão de plataforma.



A isso, soma-se o fato de que o reconhecimento da fala se tornará cada vez melhor. Ou de que muitas câmeras fotográficas já vêm equipadas com sistemas de navegação. Ao tirar uma foto, o lugar é automaticamente integrado e passa a fazer parte das informações nela contidas, que você pode então transferir a uma aplicação web 2.0 como o flickr, por exemplo.



De repente, o cérebro global aprende algo que você nem tinha intencionado. A Microsoft apresentou um programa chamado Photosynt. Por enquanto, é apenas uma versão demo, mas este programa é capaz de desenvolver modelos tridimensionais de imagens digitais colocadas lado a lado. Se 10 mil pessoas fotografarem um motivo a partir de diversas perspectivas, todas elas serão então integradas.



Ou seja, algo é criado através de um trabalho comunitário?



Sim, mas as pessoas não sabem que estão criando algo. Elas apenas etiquetaram suas fotos e outra pessoa aproveita isso e junta tudo num modelo 3D. Estamos caminhando em direção à inteligência artificial. Embora ainda seja um ser humano que diga ao programa que operação executar. Mas o exemplo ilustra o que quer dizer inteligência coletiva. Inserimos cada vez mais dados na rede global e há gente que escreve programas para estabelecer novas conexões. É como se aumentassem as sinapses do cérebro coletivo. Acho que podemos esperar por surpresas.



Mas, se as pessoas não sabem o que acontece com seus dados, isso não afeta seu direito a uma esfera privada?



Na minha opinião, o futuro desenvolvimento da web 2.0 ainda trará muitas preocupações no que diz respeito à esfera privada. Mas é preciso entender que as pessoas estão dispostas a trocar sua esfera privada pelos benefícios que isso traz. A internet tem má fama no tangente à esfera privada, mas o que acontece quando você usa seu cartão de crédito? Você também fornece todos os seus dados pessoais e ninguém faz alarde a respeito.



Acredito até que bancos e operadoras de cartões de crédito desenvolverão aplicações de web 2.0. Aí eles poderão dizer quais são os estabelecimentos preferidos, assim como o Google hoje diz quais são as páginas de internet mais visitadas. Hoje eles já sabem, por exemplo, quando um novo restaurante é inaugurado em Berlim ou Bonn, que, no primeiro mês, mil pessoas pagam a conta com cartão de crédito, das quais 500 vieram uma segunda vez. Na web 2.0, esses dados serão então combinados em novas aplicações.



Não é assustador que todos esses dados de cartões de crédito, telefones celulares e da internet sejam combinados? Soa como um livro de George Orwell!



Eu fico dividido. Por um lado, estou muito consciente do aspecto orwelliano e da perda da proteção de dados. Mas também acredito que as pessoas aceitarão a troca. Elas dirão: é ótimo saber, como no nosso exemplo, se outras pessoas aprovam um determinado restaurante. Creio que os valores mudarão. Já é possível observar isso agora.



Quando você avalia que essas mudanças acontecerão?



Isso se dará de forma variada. Para algumas aplicações, levará meses, para outras, anos. Mas é importante reconhecer que não há caminho de volta.



Haverá então duas sociedades – uma com acesso à internet e outra que fica de fora?



Há sempre diferenças graduais no acesso à tecnologia. Quando o PC foi introduzido, havia um grande grupo que tinha e outro que não tinha. Com o tempo, cada vez mais pessoas adquiriram essa tecnologia. A internet se torna cada vez mais onipresente e será acessível pelo telefone e através de outros equipamentos, em versões mais simples. As informações contidas na internet serão acessíveis de diversas formas.



Nós achamos que há bilhões de computadores lá fora – mas isso é mentira. Na verdade, existe apenas um e é disso que se trata na web 2.0. Tudo será conectado com tudo. O que entendemos hoje por computador é, na verdade, apenas um equipamento de acesso ao cérebro eletrônico global que estamos criando.


Christina Bergmann (rr)
Dica da Prof. Fátima Franco para a lista de discussão Blogs Educativos.